“A educação internacional não é mais um diferencial, é um pré-requisito”


Entrevista com Calebe Braga da Cidade Viva

A Escola Internacional Cidade Viva é localizada em João Pessoa, PB, e parceira da WorldEd International School. Sua proposta é de educação integral, com imersão total em um ambiente de internacionalização. Este ano, a Cidade Viva está comemorando seu décimo aniversário!


Nós conversamos com Calebe Braga, Coordenador de Línguas, para saber um pouco mais dessa parceria com a WorldEd


1. Quando e como você conheceu a WorldEd?


Foi através do e-mail. Recebemos um e-mail de marketing, e estávamos procurando uma parceria. Eu li o e-mail, entrei em contato, viajei à São Paulo a trabalho e aproveitei a visita para conhecer a WorldEd, um pouquinho da estrutura e como funcionava. Eu trouxe essa parceria para a escola e apresentei aos diretores. Decidimos então fechar a parceria e estamos há uns nove ou dez meses.




2. Como funcionou a integração da WorldEd com o currículo da Cidade Viva?


A WorldEd entrou no programa do High School, no caso. Como a escola já tinha um programa, a transição não foi complexa. Já estávamos acostumados com esse mesmo formato. E então, quando surgiu a parceria, foi só fazer a migração. Não teve dificuldade. Nós tínhamos uma outra parceria que estava um pouco mais cara, então migramos para a WorldEd.


Dentro do programa do High School, todas as aulas são ministradas em inglês. O programa inclui só as matérias que [os alunos] não cursam dentro do currículo brasileiro.


Os professores do High School são contratados exclusivamente para esse programa. Nós prezamos por ter o professor nativo, mas não é necessariamente uma obrigação. A grande maioria dos nossos professores já teve experiência no exterior.

3. De que modo você acredita que o currículo da WorldEd acrescenta valor aos estudantes?


Nós acreditamos no benefício desse currículo desde que colocamos o programa há alguns anos. O aluno desenvolve uma mente bem mais aberta para entender as culturas de outros países, dominar o idioma um pouco mais e desenvolver pensamento crítico. Então nós já vínhamos com esse formato de programa antes, e a parceria deu continuidade do que já estávamos trabalhando com eles.

4. Como os alunos e as famílias percebem o currículo?


As famílias às vezes têm questionamentos se [o currículo] não é pesado demais, ou se não têm atividades demais para eles fazerem, mas... com o tempo, os alunos vão se acostumando, entrando no ritmo, amadurecendo um pouco mais, e conseguem acompanhar.


Têm pessoas que pesquisam pelo site e já vêm para escola com a intenção de matricular no programa do High School.

5. Por que você acredita que uma educação internacional é importante nos dias de hoje?


Na verdade, o mundo está muito globalizado, então essa visão é bem importante. Não é mais um diferencial no mundo de hoje, é um pré-requisito. Você só consegue crescer até onde tem estrutura para crescer, certo? E hoje, se você está crescendo dentro de uma cidade, ou um estado, o Brasil acaba se tornando pequeno, dependendo do negócio que você está investindo. Então, a educação internacional vai abrir portas para um mundo mais globalizado.



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