Educação híbrida, disruptiva e colaborativa: os desafios do século XXI


Na nova formatação socioeconômica, o que se espera do aluno é a produção de tecnologias inovadoras para a solução de problemas complexos,muito diferente do que se vem praticando hoje.

Estamos vivendo num mundo em transição, com uma ruptura no modelo tradicional de ensinar e aprender. Professores, alunos e instituições de ensino terão de mudar seus modelos pedagógicos. Terão que aprender a compartilhar conteúdos e a integrar-se no uso de tecnologias de informação e comunicação (TICs), e recursos educacionais abertos. Professores terão que sair da posição tradicional e se transformar em facilitadores e coaches de aprendizado. E estudantes terão que sair de uma posição passiva e “aprender a aprender” de forma colaborativa, desenvolver pensamento crítico, estudar para adquirir conhecimento e desenvolver competências essenciais para os desafios do século XXI.

Na nova formatação socioeconômica, o que se espera do aluno é a produção de tecnologias inovadoras para a solução de problemas complexos, diferente do que se vem praticando atualmente, cujo contexto ainda é bastante conteudista e com foco no desempenho das provas. Sabe-se, hoje, que toda informação está disponível na internet e que ela não é estática. Resta aos alunos serem curadores dessas informações, para que, baseado nelas, possam entender e conhecer as problemáticas e então, apontar soluções criativas e sustentáveis.

Em recente estudo do Boston Consulting Group foram destacadas algumas competências e qualidades individuais necessárias para enfrentar um ambiente de constante mudanças, tais como pensamento crítico, capacidade de resolução de problemas, criatividade, colaboração, curiosidade, iniciativa, persistência, adaptabilidade, liderança, comunicação e relacionamento. Existe uma oportunidade ímpar para que instituições de ensino desenvolvam essas habilidades em seus estudantes por meio do uso de metodologias ativas, Action Learning, jogos, vídeos, entre outros, com utilização de ensino híbrido. Sendo que este último, além de transformar a sala de aula convencional em um ambiente colaborativo de construção de conhecimento, propicia a professores e alunos o uso de novas tecnologias para desenvolverem competências essenciais aos desafios do novo milênio.

Instituições de ensino precisam abrir a caixa preta do conservadorismo educacional e criar novas pedagogias para o século XXI. A utilização do ensino híbrido está quebrando a dicotomia entre o ensino à distância e o presencial. A utilização de sala de aula invertida; metodologias ativas e ensino adaptativo já são realidade em universidades americanas e começam a aparecer em algumas instituições brasileiras. Porém, mais importante que o uso das tecnologias, é preparar dirigentes, docentes e discentes para uma mudança de paradigma no processo de ensino e aprendizagem.


O futuro da educação de jovens e adultos no Brasil nessa era econômica disruptiva está só começando. Nesse contexto, empresas como a WorldEd, voltada para a educação internacional e a solução de problemas, é uma realidade acessível a escolas que querem inovar e se diferenciar nesse cenário desafiador.

Com o auxílio de um futurista e de uma design de projetos em educação, os alunos vivenciam o desenvolvimento da autonomia de aprendizado e o educador assume o papel de facilitador, com a função de liderar e definir os objetivos do processo de ensino ao qual o aluno será exposto, deixando de ser o detentor de todo o conhecimento.

Fonte: Site Administradores / Conteúdo editado

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